Espaço livre destinado à publicação de poemas sem qualquer preocupação com fronteiras espaciais e temporais. Vírus, poemas comums, incomums ou demenciais: meus e alheios.Sem selo de garantia, qualidade, data de validade. Sem carimbo. Poesia sempre viva, seiva e veneno. Só oferece um buquê de riscos e abismos. Enriquecimento humano através de quedas, saltos, sustos. Poema como trajeto, não como coleção. Aço-carícia sobre a língua azeda na qual os indivíduos enforcam encontros.
sábado, 7 de julho de 2012
Marcelo Sahea
'medo' (fear), by marcelo sahea videopoema-performance trilha sonora: som processado de saliva 1min, 2009
Muito bom, achei bem legal !
ResponderExcluirparabens pelo trabalho