Espaço livre destinado à publicação de poemas sem qualquer preocupação com fronteiras espaciais e temporais. Vírus, poemas comums, incomums ou demenciais: meus e alheios.Sem selo de garantia, qualidade, data de validade. Sem carimbo. Poesia sempre viva, seiva e veneno. Só oferece um buquê de riscos e abismos. Enriquecimento humano através de quedas, saltos, sustos. Poema como trajeto, não como coleção. Aço-carícia sobre a língua azeda na qual os indivíduos enforcam encontros.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Caosgraphia: Quá-quá-quá em tablete meio amargo
Caosgraphia: Quá-quá-quá em tablete meio amargo: Quá-quá-quá em tablete meio amargo Atravesso uma quadratura aquátil palafitas ...
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