Poesia erótica grega




 
 
 
 
 
 
 


Epigrama 113, Marco Argentário

Ἠράσθης πλουτῶν, Σωσίκρατες, ἀλλὰ πένης ὢν

οὐκέτ' ἐρᾷς· λιμὸς φάρμακον οἷον ἔχει.
ἡ δὲ πάρος σε καλεῦσα μύρον καὶ τερπνὸν Ἄδωνιν
Μηνοφίλα νῦν σου τοὔνομα πυνθάνεται·
“Τίς πόθεν εἶς ἀνδρῶν; πόθι τοι πτόλις;” ἦ μόλις ἔγνως
τοῦτ' ἔπος, ὡς οὐδεὶς οὐδὲν ἔχοντι φίλος.
Tradução de Luiz Carlos André Mangia Silva

Tu foste amado, Sosícrates,
quando rico. Pobre agora
não amas mais. Fome à porta -
sai o amor pela janela.

Menófila, aquela que ontem
te chamava por Adônis
sedutor e perfumado,
hoje te interroga o nome:

“Ora, quem és? De que família
e pátria?” Certo, aprendeste
penosamente o provérbio:
“Sem dinheiro nada feito.”

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